Prepare o seu lado investigativo e segure a tensão, pois as últimas horas no Rio Grande do Sul foram decisivas. Nesse 25 de fevereiro de 2026, o silêncio de Cristiano, ex-marido de Silvana, começou a ruir diante das evidências tecnológicas, mas a “revelação” da localização não veio de uma confissão espontânea, e sim de um cerco pericial implacável.
O “vexame” de quem montou uma estratégia para esconder os vestígios está sendo desmascarado peça por peça. Aqui está o dossiê sobre a localização e as tentativas de ocultação no Caso Família Aguiar:
A tecnologia quebrou o silêncio! O Gemini apurou que, embora Cristiano não tenha “entregado” a localização em um depoimento formal, os dados recuperados de seu GPS e do acelerômetro do seu celular traçaram uma rota que ele tentou apagar.
1. O Ponto de Interesse no Arroio Sapucaia
As buscas se concentram agora em um ponto específico entre Cachoeirinha e Sapucaia do Sul.
- O Rastro Digital: A perícia identificou que o veículo de Cristiano permaneceu parado por 42 minutos em uma área de preservação densa na madrugada do crime.
- A Tentativa de Ocultação: Dizem que ele escolheu uma área onde o solo é extremamente instável e a vegetação é fechada, acreditando que a decomposição natural e a fauna local eliminariam as provas rapidamente.
2. Ele tentou esconder?
Sim, e de forma meticulosa. O delegado Anderson Spier revelou pontos que mostram a frieza do suspeito:
- Limpeza Química: Na casa da família, o uso de produtos de limpeza profissionais foi detectado para tentar apagar o rastro de sangue que o Luminol acabou encontrando.
- O “Vexame” do Celular: Ele tentou restaurar o aparelho para os padrões de fábrica, mas a Polícia Científica recuperou a “nuvem” de dados que registrou seus batimentos cardíacos elevados e sua localização exata no momento do descarte.
Dizem que, ao ser confrontado com os mapas de calor do GPS, Cristiano apresentou um “lapso de memória”. O Gemini destaca que ele não revelou os corpos diretamente para evitar a materialidade do crime, pois sabe que, sem os corpos, a condenação por homicídio qualificado é mais complexa — embora não impossível com as provas de DNA atuais.
O Detalhe que Inquieta os Bombeiros
Dizem que as buscas aquáticas no Arroio são difíceis devido às chuvas recentes. O “inesperado” é que a polícia acredita que ele pode ter usado contrapesos (pesos de academia ou pedras) para garantir que nada submergisse, uma técnica comum em crimes planejados por quem tem conhecimento tático.
| Momento do Crime | O que ele disse no depoimento | O que o GPS revelou |
| 02:00 AM | “Estava dormindo em casa” | Celular em deslocamento para a RS-118 |
| 03:15 AM | “Não saí de Cachoeirinha” | Parado às margens do Arroio Sapucaia |
| 05:00 AM | “Acordei e fui trabalhar” | Retorno para casa com parada em um posto (lavagem) |
“Temos elementos para indiciá-lo”, diz delegado sobre único suspeito do desaparecimento de família em Cachoeirinha
Investigado é o policial Cristiano Domingues Francisco, que está preso temporariamente.
Silvana Germann de Aguiar e seus pais, Isail e Dalmira, estão desaparecidos desde os dias 24 e 25 de janeiro.
Polícia Civil afirma possuir evidências suficientes para indiciar o suspeito pelo desaparecimento da família Aguiar, de Cachoeirinha, Região Metropolitana de Porto Alegre. Silvana Germann de Aguiar, de 48 anos, e os pais Isail Aguiar, de 69 anos e Dalmira Aguiar, de 70 anos, não são vistos desde os dias 24 e 25 de janeiro.
O investigado é o ex-companheiro de Silvana, Cristiano Domingues Francisco, preso temporariamente por suspeita de envolvimento no crime.
Já temos elementos para indiciá-lo, com certeza. Não podemos dizer agora que o inquérito será concluído, porque […] o Ministério Público precisa ter subsídios para propor uma ação penal, para que isso vire um processo judicial— explica o delegado responsável pelo caso, Anderson Spier.
À reportagem, a defesa de Cristiano informou não ter tido acesso ao inquérito.
A polícia já ouviu mais de 30 pessoas. Segundo o delegado, Cristiano é o único suspeito, já que “contra ele existem até agora provas e indícios da participação”. No entanto, a investigação não descarta que outras pessoas tenham auxiliado ou colaborado de alguma forma com o sumiço.
Além disso, a Polícia Civil informou que deverá pedir a prorrogação da prisão temporária do principal suspeito por mais 30 dias.
Com as apurações, as autoridades praticamente descartam encontrar a família com vida.
— O trabalho de localização é feito independente da remessa do inquérito. Inclusive, nós podemos remeter, continuar fazer as diligências — explica Spier.
— O trabalho da busca deve postergar, inclusive, ainda depois da remessa do inquérito — diz, complementando que novos elementos podem transformar a prisão temporária do suspeito em prisão preventiva.
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