Segundo Corpo de Bombeiros, cinco pessoas estavam em aeronave. Duas pessoas morrem após queda de avião. Foto : Corpo de Bombeiros de Minas Gerais / AFP
Um avião de pequeno porte caiu e atingiu um prédio residencial no bairro Silveira, em Belo Horizonte, em Minas Gerais, nesta segunda-feira, 4. De acordo com informações iniciais do Corpo de Bombeiros, cinco pessoas estavam na aeronave: duas não resistiram aos ferimentos. As outras vítimas estão sendo encaminhadas para o Hospital João XXIII.
O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais foi acionado e chegou ao local por volta de 12h25. A aeronave decolou do Aeroporto da Pampulha, às 12h16.
Durante a Ação Inicial, profissionais qualificados e credenciados aplicam técnicas específicas para coleta e confirmação de dados, preservação de elementos, verificação inicial dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, além do levantamento de outras informações necessárias à investigação. – Cenipa, em nota

Bombeiros neutralizaram o risco de explosão no local. Foi aplicada uma espuma mecânica em cima do combustível derramado para evitar incêndio
” Os corpos identificados às 13h10 são do piloto e do copiloto. Três outras pessoas também estavam no veículo no momento do acidente; o paradeiro delas ainda não foi relatado. Três feridos foram registrados até o momento da publicação. Dentre os feridos, uma idosa teve de ser retirada do prédio onde ocorreu a colisão”.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram os destroços da aeronave ao lado de uma das laterais de um prédio residencial em um estacionamento. A TV Globo registrou o momento em que a aeronave faz uma curva, perde altitude e colide com o edifício.
A aeronave é matriculada no prefixo PT-EYT e não possui autorização para táxi aéreo. O registro da Anac confirma que o avião operava sob regras de aviação privada. A aeronave de 1979 não possuía o certificado específico exigido para realizar o transporte remunerado de passageiros.
A falta de autorização comercial não significa que o avião estivesse irregular. O monomotor estava em situação normal para voos privados, com certificado de aeronavegabilidade válido até abril de 2027.
Impacto foi percebido como uma explosão nas proximidades do prédio.
“Eu escutei o barulho de um avião, de uma aeronave. Não era um barulho de uma aeronave caindo, era um barulho de uma aeronave passando, normal“, conta o consultor técnico Matheus Lucas Gonçalves, que trabalha próximo ao local do acidente.
De repente, a gente escuta um impacto, uma explosão. Parecia um barulho de pneu de caminhão explodindo. Eu assustei, fui correndo ver e o avião tinha caído.
– Matheus Lucas Gonçalves
Não há risco estrutural aparente no prédio, conforme a corporação
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