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mansão de Virgínia colocada à venda.

3,2 mil m² de terreno, 1,06 mil m² de área construída, sete quartos e dois lagos: especialista imobiliário avalia impacto do luxo e da natureza na mansão de Virgínia colocada à venda. ‘Hoje, as pessoas não escolhem apenas uma planta bonita’

Giro dos Fatos

Mansão de Virginia e Zé Felipe une luxo e natureza

Ocupando uma área bem reservada do condomínio, a propriedade conta com duas entradas independentes e uma forte presença de área verde ao redor. Esse contato direto com o meio ambiente reflete uma das maiores tendências da arquitetura atual, segundo o especialista.

“A natureza passou a ter um papel muito mais importante dentro da arquitetura residencial. Quando conseguimos integrar paisagismo, iluminação, ventilação e áreas de convivência, a casa ganha outra dimensão. O morador não está apenas dentro de um imóvel, ele está vivendo aquele ambiente”, diz ele.

Para ele, detalhes como os lagos, jardins, grades aberturas e a iluminação natural deixaram de ser meros enfeites para se tornarem parte da rotina de quem vive ali.

Tamanho da casa precisa ter propósito, diz especialista

Apesar dos mais de mil metros quadrados construídos chamarem atenção, Thiago reforça que tamanho não é tudo se o espaço não for bem aproveitado: “Uma casa grande precisa ter propósito. Não adianta ampliar a metragem se os ambientes não conversam entre si ou se não existe uma relação inteligente entre áreas internas e externas. O projeto precisa entender a rotina da família e transformar cada espaço em uma experiência de uso”.

O grande segredo do mercado imobiliário moderno é justamente criar cantos funcionais para cada momento do dia, equilibrando festa e tranquilidade.

“Uma residência bem planejada precisa oferecer as duas coisas. Existem momentos para receber, celebrar e estar com a família, mas também existe a necessidade de silêncio e privacidade. A arquitetura precisa criar essas possibilidades sem que uma interfira na outra”, pontua o incorporador.

Afetividade e história também valorizam o imóvel

Além da ficha técnica de peso, a mansão carrega a bagagem de ter sido o palco de momentos marcantes da família de Virginia e Zé Felipe. E essa memória afetiva conta… e muito!

“Uma casa também é construída pelas histórias que acontecem dentro dela. Quando uma família vive anos importantes naquele espaço, cria vínculos com os ambientes, com o jardim, com a área de convivência. Isso não aparece na metragem, mas faz parte da identidade daquele imóvel”, avalia Thiago Castilho.

O que o comprador de alto padrão busca hoje?

O perfil de quem investe em mansões desse nível mudou bastante. Hoje em dia, a busca vai além de uma fachada bonita.

“Hoje, as pessoas não escolhem apenas uma planta bonita. Elas procuram qualidade de vida, segurança, natureza, boa gastronomia, lazer, mobilidade e lugares que permitam criar boas memórias. O imóvel é importante, mas o contexto em que ele está inserido também determina a experiência de morar”, afirma o especialista.

No fim das contas, a antiga casa dos influenciadores reúne exatamente esse combo: privacidade, verde e infraestrutura completa. “O futuro das grandes residências não está necessariamente em acrescentar metros quadrados. Está em fazer com que cada metro tenha significado. Uma boa casa é aquela que envelhece bem, continua funcional e permanece conectada às necessidades de quem vive nela”, finaliza Thiago.

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